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Cães com distrofia escapam dos sintomas. Pesquisadores falam sobre descoberta
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Identificação de um gene associado à melhora da distrofia muscular em animais abre caminho inédito para tratamento futuro da distrofia muscular de Duchenne. A descoberta foi feita pelo Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco (HUG-CEL) da Universidade de São Paulo (USP), que encontrou um gene ligado à regeneração muscular em cães com distrofia. Apesar da doença, Ringo e Suflair apresentaram poucos sintomas, além de uma expectativa de vida normal. O estudo aponta um novo caminho para o tratamento da distrofia muscular de Duchenne, doença sem cura que atinge um entre 3 e 5 mil meninos.
Identificação de um gene associado à melhora da distrofia muscular em animais abre caminho inédito para tratamento futuro da distrofia muscular de Duchenne. A descoberta foi feita pelo Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco (HUG-CEL) da Universidade de São Paulo (USP), que encontrou um gene ligado à regeneração muscular em cães com distrofia. Apesar da doença, Ringo e Suflair apresentaram poucos sintomas, além de uma expectativa de vida normal. O estudo aponta um novo caminho para o tratamento da distrofia muscular de Duchenne, doença sem cura que atinge um entre 3 e 5 mil meninos.
A coordenadora do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco explica o que é a distrofia muscular de Duchenne, doença que ela estuda há mais de 40 anos. Também fala sobre os dois cães que escaparam da doença e foram o ponto de partida para a pesquisa que rendeu uma publicação na revista científica Cell. Mayana Zatz define a importância da descoberta: quebrar um paradigma e abrir um novo caminho para a busca por tratamento. Contato: divulgacaocientifica@usp.br
Como Ringo e Suflair conseguiram driblar a distrofia muscular? O infográfico explica as descobertas sobre o gene Jagged1. A pesquisa, realizada pelo Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco da USP abre um novo caminho para buscar tratamentos para a distrofia muscular de Duchenne, que incapacita meninos. *Confira a cobertura completa do assunto em: *Vídeo feito por @DnA - DESIGN 'N' ANIMATION: /@dnatvbr
Yuri Moreira, doutor pelo Instituto de Química da USP, realizou o exame capaz de selecionar 66 genes candidatos a explicarem a diferença entre os cães sem sintomas e os cães com sintomas de distrofia muscular. O exame é descrito no artigo que aponta uma nova perspectiva para o tratamento futuro da Distrofia de Duchenne. Na entrevista, Moreira explica como é feito esse exame e dá uma boa explicação sobre o que são genes, RNA mensageiros e como levam à produção das proteínas, usando uma metáfora de fácil compreensão. Contato: divulgacaocientifica@usp.br
Sergio Verjovski-Almeida, chefe do laboratório do Instituto de Química da USP conta como foram feitas as primeiras investigações e explica detalhadamente a técnica usada para analisar os genes que estão ativos nas células do músculo dos cachorros, chamada de microarray. Em seu laboratório, foi realizada parte da pesquisa que abre caminho inédito de tratamento futuro da Doença de Duchenne. Verjovski fala ainda do dilema entre publicar artigos com resultados parciais ou esperar 8 anos para publicar apenas um artigo com a descoberta completa. Contato: divulgacaocientifica@usp.br
Natássia Vieira, pós-doc pela USP e pela Universidade de Harvard, foi a pesquisadora principal do artigo que aponta um novo caminho para o tratamento da Distrofia de Duchenne. Ela conta o passo-a-passo das investigações feitas durante mais de 8 anos no Brasil e nos Estudos Unidos, além do raciocínio que foi usado para chegar à descoberta do gene Jagged1. Revela também um ponto frustrante: outro gene investigado pelo grupo e que, depois de dois anos de experimentos, mostrou ser o gene errado. Contato: divulgacaocientifica@usp.br
A coordenadora do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco explica o que é a distrofia muscular de Duchenne, doença que ela estuda há mais de 40 anos. Também fala sobre os dois cães que escaparam da doença e foram o ponto de partida para a pesquisa que rendeu uma publicação na revista científica Cell. Mayana Zatz define a importância da descoberta: quebrar um paradigma e abrir um novo caminho para a busca por tratamento. Contato: divulgacaocientifica@usp.br
Identificação de um gene associado à melhora da distrofia muscular em animais abre caminho inédito para tratamento futuro da distrofia muscular de Duchenne. A descoberta foi feita pelo Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco (HUG-CEL) da Universidade de São Paulo (USP), que encontrou um gene ligado à regeneração muscular em cães com distrofia. Apesar da doença, Ringo e Suflair apresentaram poucos sintomas, além de uma expectativa de vida normal. O estudo aponta um novo caminho para o tratamento da distrofia muscular de Duchenne, doença sem cura que atinge um entre 3 e 5 mil meninos.
