Há décadas, cientistas comparam camundongos que comem à vontade e camundongos que comem 60% dessa dieta liberada. Como nenhum se exercita, os primeiros ficam obesos e os outros ficam com peso mais próximo do considerado saudável. Quando confrontados em relação à longevidade, os camundongos saudáveis vivem mais e têm menos doenças relacionadas ao envelhecimento - com Alzheimer - ou o aparecimento dessas doenças é atrasado. Em busca de entender por que isso acontece, pesquisadores do Instituto de Química da USP, orientados pela professora Alicia Kowaltowski, estudam o funcionamento das mitocôndrias - a parte da célula responsável pela produção de energia.
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Todos os vídeos desta reportagem estão aqui: Orientado pela professora titular Alicia Kowaltowski, do Instituto de Química, o pós doutorando Ignacio Amigo descobriu que o cérebro de camundongos fica mais protegido quando eles comem menos. Reportagem: Tabita Said e Caio Antonio. Edição: Alan Petrillo e Tabita Said. Imagens: Neural networks ( Cultura de neurônios e Microscopia eletrônica de mitocôndria (Ignacio Amigo) Gif: Saltatory Conduction (Dr. Jana / Wikimedia / CC BY 4.0)
Todos os vídeos desta reportagem estão aqui: Camundongos que comeram à vontade perderam mais células do fígado do que animais com a dieta controlada após sofrerem um procedimento similar ao transplante. É mais uma evidência de que ingerir menos calorias protege o organismo. Pelo menos em roedores. Quem explica é Sérgio Menezes, orientando da professora Alicia Kowaltowski, do Instituto de Química da USP. Eles relacionaram a proteção do fígado a um mecanismo da célula hepática: a maior capacidade da mitocôndria de captar cálcio antes de entrar em um processo chamado transição de permeabilidade, que compromete a produção de energia pela célula e pode levá-la à morte por necrose. O modelo utilizado foi de isquemia-reperfusão, que simula um transplante de fígado. O artigo publicado na Free Radical Biology and Medicine pode ser lido aqui: goo.gl/JYhTQd Reportagem: Ana Paula Chinelli e Vitor Taveira Brandão | arte: Alan Petrillo e Daniel Hebling | edição: Ana Paula Chinelli e Alan Petrillo
Todos os vídeos desta reportagem estão aqui: Camundongos que comeram à vontade perderam mais células do fígado do que animais com a dieta controlada após sofrerem um procedimento similar ao transplante. É mais uma evidência de que ingerir menos calorias protege o organismo. Pelo menos em roedores. Quem explica é Sérgio Menezes, orientando da professora Alicia Kowaltowski, do Instituto de Química da USP. Eles relacionaram a proteção do fígado a um mecanismo da célula hepática: a maior capacidade da mitocôndria de captar cálcio antes de entrar em um processo chamado transição de permeabilidade, que compromete a produção de energia pela célula e pode levá-la à morte por necrose. O modelo utilizado foi de isquemia-reperfusão, que simula um transplante de fígado. O artigo publicado na Free Radical Biology and Medicine pode ser lido aqui: goo.gl/JYhTQd Reportagem: Ana Paula Chinelli e Vitor Taveira Brandão | arte: Alan Petrillo e Daniel Hebling | edição: Ana Paula Chinelli e Alan Petrillo
