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A pesquisadora Ana Flávia d’Oliveira, da Faculdade de Medicina da USP, e a promotora de justiça Silvia Chakian, do Ministério Público de São Paulo, respondem a perguntas da plateia sobre as causas e consequências da violência contra a mulher, no quarto evento da série USP Talks. Elas falam sobre a cultura do estupro na sociedade e dentro das universidades; da influência da mídia e da pornografia na propagação dessa cultura; a implementação da Lei Maria da Penha, entre outros temas. “A mídia tem um papel importantíssimo no reforço dessa cultura de discriminação e banalização da violência. Desde muito cedo ela bombardeia as meninas com o fato de que elas valem pela sua juventude, sua sexualidade, sua sensualidade”, afirma Silvia. “Esses são os valores passados às meninas desde cedo; e também aos meninos, de que esse é o papel das mulheres, que elas valem dessa forma objetivada.” Ana Flávia diz que não se pode culpar “a biologia” pelo comportamento agressivo e dominador dos homens contra
A violência contra a mulher é tão comum e tão banalizada na sociedade brasileira que muitas mulheres têm dificuldade para se reconhecer como vítimas dessa violência, diz a promotora de justiça Silvia Chakian, do Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica (Gevid) do Ministério Público de São Paulo, que trabalha com o tema há mais de 15 anos. “As mulheres tendem a sofrer vários episódios de violência até romper com o silêncio”, conta a especialista, em palestra no quarto evento da série USP Talks. No aniversário de 10 anos da Lei Maria da Penha, Silvia fala sobre os ciclos da violência doméstica e as dificuldades que a Justiça enfrenta para coibir esse tipo de crime. Segundo ela, muitas mulheres ainda hesitam em denunciar a violência por medo de serem ignoradas ou desacreditadas. E mesmo depois de fazer uma denúncia, muitas se arrependem e tentam retirar a queixa depois, acreditando que o marido ou parceiro mudará seu comportamento. “É muito difícil para a mulher su
“A violência contra a mulher é um problema enraizado na sociedade”, diz a pesquisadora Ana Flávia d’Oliveira, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, especialista em violência de gênero e saúde da mulher, em evento da série USP Talks. Ela fala sobre a “invisibilidade” do problema, e sobre o quanto a violência contra a mulher é banalizada na sociedade, dificultando o seu enfrentamento: “Ao mesmo tempo que a gente sabe que acontece, parece que não acontece; ou quando acontece, a gente acoberta”, diz. Uma em cada três mulheres em São Paulo violência física ou sexual dos parceiros; e as pesquisas mostram que essas mulheres têm muito mais risco de ter depressão, de tentar se suicidar, abortar e contrair doenças sexualmente transmissíveis. Ana Flávia fala também sobre o fenômeno da culpabilização das vítimas, que tende a transferir para as mulheres a culpa sobre a violência sofrida. “Quando a gente fica sabendo de algum caso, imediatamente a gente começa a pensar se de alguma
