Que marcas a evolução das espécies de abelhas rumo a organizações sociais mais complexas deixou no genoma delas? Comparando o genoma de dez espécies de abelhas, um grupo internacional de pesquisadores encontrou na complexidade das redes genéticas uma pista para explicar a evolução da socialidade.
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Que marcas a evolução das espécies de abelhas rumo a organizações sociais mais complexas deixou no genoma delas? A pergunta intrigou um grupo internacional de cientistas, inclusive pesquisadores da USP em Ribeirao Preto, que se organizaram para responder. Uma parte da resposta pode parecer surpreendente: a diferença não está nos genes. Está, sim, na riqueza de conexões entre eles! E tem mais: ao longo da evolução do gênero das abelhas, a chamada socialidade apareceu, desapareceu e apareceu de novo várias vezes! Reportagem: Tabita Said, Fabiana Mariz. Edição: Lucca Chiavone, Isabela Yoshimura. ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se!
Que marcas a evolução das espécies de abelhas rumo a organizações sociais mais complexas deixou no genoma delas? A pergunta intrigou um grupo internacional de cientistas, inclusive pesquisadores da USP em Ribeirao Preto, que se organizaram para responder. Uma parte da resposta pode parecer surpreendente: a diferença não está nos genes. Está, sim, na riqueza de conexões entre eles! E tem mais: ao longo da evolução do gênero das abelhas, a chamada socialidade apareceu, desapareceu e apareceu de novo várias vezes! Reportagem: Tabita Said, Fabiana Mariz. Edição: Lucca Chiavone, Isabela Yoshimura. ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se!
Que marcas a evolução das espécies de abelhas rumo a organizações sociais mais complexas deixou no genoma delas? A pergunta intrigou um grupo internacional de cientistas, inclusive pesquisadores da USP em Ribeirao Preto, que se organizaram para responder. Uma parte da resposta pode parecer surpreendente: a diferença não está nos genes. Está, sim, na riqueza de conexões entre eles! E tem mais: ao longo da evolução do gênero das abelhas, a chamada socialidade apareceu, desapareceu e apareceu de novo várias vezes! Reportagem: Tabita Said, Fabiana Mariz. Edição Lucca Chiavone, Isabella Yoshimura. Ilustração: Daniel Hebling. ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se!
Que marcas a evolução das espécies de abelhas rumo a organizações sociais mais complexas deixou no genoma delas? A pergunta intrigou um grupo internacional de cientistas, inclusive pesquisadores da USP em Ribeirao Preto, que se organizaram (como abelhinhas operosas) para responder. Uma parte da resposta pode parecer surpreendente: a diferença não está nos genes. Está, sim, na riqueza de conexões entre eles! E tem mais: ao longo da evolução do gênero das abelhas, a chamada socialidade apareceu, desapareceu e apareceu de novo várias vezes! Reportagem: Tabita Said, Fabiana Mariz. Edição: Lucca Chiavone, Isabela Yoshimura. Ilustração: Daniel Hebling. ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se!
